

Setor de identificação de Patrocínio opera no limite, mas mantém atendimento
Mesmo com maquinário reduzido e equipe pequena, o setor de identificação de Patrocínio tem se desdobrado para atender a população. Coordenado pela policial civil Giselda, o serviço é um dos mais procurados da região. A falta de vagas, porém, persiste por um motivo central: a ausência de apoio político para aquisição de novos equipamentos. Sem máquinas suficientes, não adianta aumentar o número de servidores, já que cada profissional precisa de um equipamento próprio para emitir RGs.
Atualmente, o setor conta apenas com três máquinas, quando seriam necessárias ao menos mais três para atender à demanda crescente. Cada equipamento custa cerca de R$ 80 mil, e a expectativa é que parlamentares da região, como as deputadas Maria Clara e Greyce Elias, viabilizem recursos para fortalecer o serviço. Com essa estrutura, a prefeitura poderá encaminhar novos servidores para ampliar o atendimento.
Enquanto o apoio não chega, o setor tem promovido mutirões para reduzir a fila de espera. A grande procura faz com que cenas como as registradas nesta semana — moradores aguardando senhas durante a madrugada — se tornem frequentes. Ainda assim, o trabalho da Polícia Civil tem sido reconhecido pela dedicação, mesmo diante da falta de condições ideais.